domingo, 19 de setembro de 2010

Esportes Radicais, Liberdade (mais uma vez...) e valores.


Haw!

Bom dia, mas bom dia mesmo!
Com esse jargão que meu chefe utiliza quando está de bom humor ( e ele faz isso com freqüência!) começo esse post  de domingo. Além de ser domingo, o melhor dia da semana, hoje tenho uma prova de concurso que torna esse dia ainda mais especial. Entretanto esse não é o foco de meus escritos.

Assistindo um programa dominical de esportes, algo que não faço com freqüência (quase nunca mesmo), conheço um novo tipo de esporte: o skyline, ou melhor, CORDA BAMBA!
Sim, não acreditei quando vi uma reportagem sobre corda bamba, como esporte profissional. Ah, simplesmente eles estavam na França, em cima de uma montanha, com diversas cordas de variados tamanhos onde uns caras (e moças) atravessavam semi-nus com uma corda presa ao corpo e à corda onde atravessavam. Tá, não quero criticar por criticar, mas percebi o quanto de esportes “diferentes” começaram a surgir nos últimos anos. O tal de Le parkour é outro. Definição:  é uma atividade cujo princípio é mover-se de um ponto a outro o mais rápida e eficientemente possível, usando principalmente as habilidades do corpo humano. Ou seja: sair pulando, correndo e dando cambalhota de um lugar para o outro.

 Não, isso não é esporte! As pessoas estão buscando cada vez modos mais perigosos de desafiarem o corpo e a vida e não percebem que o que realmente falta está dentro delas e não fora! Não a nada que eles possam fazer ou inventar que lhes preencherão essa ‘vazio’. Mais uma vez recaio sobre um tema que tenho questionado muito: a liberdade. Todos têm a liberdade para escolher o que faz com seu corpo, idéias e pensamentos, mas não me venha colocar na cabeça que arriscar a vida para pular de um prédio pro outro é esporte! Nem que atravessar de um pico de uma montanha para a outra é um esporte olímpico! Tá que alguns esportes são perigosos, como a Formula 1 que admiro (as vezes até mais), mas a questão não é o que esporte em si, mas o que faz as pessoas buscarem transformar coisas triviais em esportes “radicais”.

O ser humano está a cada dia ganhando espaço e liberdade, mas não está sabendo lhe dar com isso. Com certeza esses tipos de esportes não são as piores formas de utilizar essa “tal liberdade”, mas com certeza também não são as melhores. Com certeza uma ditadura não é a melhor forma de convencer as pessoas do que é certo e errado. Muito menos com brigas e guerras. Mas eu pergunto: o que você está fazendo com a liberdade que lhe é dada?

A falta de noção e senso para tratar essa liberdade acaba deturpando idéias e valores que fazem parte de nossa sociedade a milhares de anos. Idéias como família, educação e limites já estão quase em desuso no sentido normal de ser. Nova formação familiar, educação libertária levam a falta de limites. E aí a Liberdade vira libertinagem.
Sinceramente, não sei onde esses “novos valores” irão nos levar.
Só sei que não vou andar na corda bamba para no futuro ver meu filho me deixar com as pernas bambas. ParanpÁ!

Kkkkkkkk

Tá não agüentei.

E não se esqueçam:
Coloquem o amendoim no buraco do amendoim!

(Minha colega Carol odiou meu jargão..kkkkk...mas por enquanto é esse..!)

Um comentário:

  1. Conheço um cara que faz parkour... Ele parece gostar muito, treina a beça...não sei se teria disposição e capacidade para fazer essas coisas...


    PS: não gostei mesmo, rsrs.

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